Médico: ela....ela é a Patricia Montez e o delegado e pai dela está aqui para leva-lá
Um policial aparece atrás do médico e diz:
- Justin Drew Bieber, você está preso e você Pattie, por ser cúmplice
Pattie: mas como? Houve um engano
Justin: não, você não pode
- Posso sim! Vamos pra delegacia agora e me explique tudo lá então
Pattie: não não, isso é um engano, ela não é essa Priscila
Charlie aparece com ela desmaiada no colo
Charlie: eu vou leva-lá pra um lugar melhor, longe dessas pessoas, não sei se isso pode ser chamado de "gente"
Justin: não, eu quero....
O policial segura nos braços de Justin pronto pra colocar as algemas, nessa hora, Justin tem um reflexo ninja e empurra o policial pra longe e chegando mais perto a Priscila, e em um ato feito sem pensar, da um beijo em Priscila, mas é empurrado e puxado e colocado as algemas.
Justin: você... pode me prender, mas nunca vai se livrar de mim tão fácil!
Policial: Vamos!
Charlie olha com raiva pra Justin e felicidade pois conseguiu encontrar esse filho da puta, mas até que a mãe dele não é uma puta e nem de se jogar fora, e parece muito familiar pra mim.... tenho que descobrir mais provas para incriminar o filho dela....
Meus pensamentos foram interrompidos com Priscila se mexendo em meus braços....
FlaskBack (Charlie)
Estava tomando um café na lanchonete como sempre aqui perto da delegacia, tentando me acalmar um pouco e só observar o dia normal, fiquei lá pensando em onde minha filha possa estar, não é novidade, pois estou pensando nisso nesses dias que ela havia sumido, tinha que encontra-lá o mais rápido possível, antes que seja tarde demais...
Terminei de tomar o café e um pudim que eu tinha pedido e tinha comido direito, me levantei e fui pagar a conta, sai dali indo em direção à delegacia, decidir não tirar meu carro do estacionamento em frente à lanchonete, porque nessa hora, acho que não vou encontrar vaga no pátio da delegacia, então fui andando, era perto e cheguei rápido.
Entrando lá, todos os investigadores e estagiários olharam pra mim e vinham em minha direção com papéis e falando, falando de casos, pistas descobertas e autorizações pra eu assinar, disse pra minha assistente pra organizar tudo pra mim e me repassar depois pra eu poder dá uma olhada, não estava querendo me estressar hoje
Me encaminhei rapidamente pra minha sala, entrei e coloquei meu sobretudo no cabideiro e sentei na minha mesa e ali relaxei um pouco. Um tempo depois eu vi que meu computador estava ligado, achei estranho porque eu tinha acabado de chegar, liguei a tela e apareceu a foto de Priscila comigo quando pequena, lembrei que foi da noite passada, que eu estava vendo as poucas fotos que eu tenho dela aqui no meu computador, queria encontra-lá, ter a minha princesa de novo, fiquei um tempinho lá mexendo no computador.
Depois de umas 2 horas, depois de eu ter assinado uma pilha de papéis, chamei a assistente pra vir buscar esses papéis, ela veio buscar e depois Cris entra pela porta ofegante e trazendo um celular
Cris: Senhor!
Charlie: pode falar policial
Cris: temos uma pista que pode interessar o senhor, é do caso Priscila
*Então aquilo é mesmo importante* Charlie: onde?
Cris: desculpe, aqui está senhor *me entrega o celular*
Charlie: OMG!
Era uma mensagem dizendo que o detetive que eu encaminhei de ficar vigiando a mansão do Bieber por causa da investigação do assassinato de 3 policiais, viu o Bieber, Pattie, Patricia e seus comparsas saíram de lá e foram direto pro hospital local mais perto da mansão e que ele segui-os e que mandaria novas informações a qualquer minuto, e tinha acabo de chegar uma com uma foto de Pattie e Bieber na recepção sentados, e a expressão parecia que tristeza, quando vi a foto daquele marginal, não consegui acreditar que Priscila possa estar se envolvendo com esse merda, com esse marginal, eu disse pra ela, o que ele tem haver com esse desaparecimento dela?
Charlie: Chris, vamos agora pra esse hospital, não podemos perder tempo
*telefone vibra*
Charlie: outra foto
- A foto era de uma garota deitada na maca dormindo, e Charlie reconheceu Priscila, dava pra ver seu traços claramente idênticos aos do pai -
Chris: Senhor?!
Charlie: vamos no meu carro *coloca o sobretudo* não quero chamar atenção chegando lá, minha vida pode está lá dentro, não quero coloca-lá em risco *pega uma arma e guarda no bolso*
Cris sai e logo em seguida Charlie vai atrás, eles saem e vão em direção à porta de entrada, e saem em direção ao carro, entram e partem para o endereço da mensagem...
[...]
Chegando no hospital, estacionei e nós saímos do carro, na maior tranquilidade para não deixar suspeitas, caminhamos em direção a porta e olhei pela janelinha de vidro que tinha na porta, e decidi que não entraria por ali, bem ali fora, tinha uma faxineira que estava varrendo a rampa, cheguei perto dela e disse que eu era policial e que estava lá por causa de uma investigação, que eu precisava de um modo de entrar nesse hospital sem que seja pela porta principal, ela disse que tem uma entrada para os funcionários onde tinha os materiais dos médicos para serem lavados, ou então para serem passados, junto com roupas para os visitantes usarem, ela pegou 2 jalecos brancos grandes, 2 tocas e 2 máscaras e nos deu, colocamos rápido e ela nós guiou até o final do corredor, onde chegamos em um imenso e longo corredor branco cheio de portas, e se andassemos nele, séria uma camuflagem perfeita, a mulher disse:
Mulher: só posso trazer vocês até aqui, não posso entrar nessa parte do hospital
Charlie: obrigado mesmo assim
A mulher saiu
Cris pegou o celular e disse:
Cris: sala 36
Charlie: bom... estamos na ala das salas 22-32, então vamos entrar no outro corredor ao lado
[...]
Chegando em frente a sala 36, olhei para Cris e depois olhei de volta para a porta, respirei fundo, peguei na maçaneta, soltei a respiração e entrei, abrindo calmamente a porta e vi....
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